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Prepare o bolso: remédios ficam mais caros a partir de abril no Brasil

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eajuste nos preços segue definição da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos

A partir desta quarta-feira, 4, os medicamentos devem sofrer reajuste que varia entre 1,13% e 3,81%. A atualização anual dos preços é definida pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).

A estimativa do órgão é de um aumento médio de 1,95%, percentual abaixo da inflação acumulada nos últimos 12 meses, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que ficou em 3,81%.

O reajuste ainda depende de autorização do governo federal e, mesmo que seja aprovado nesses índices, não será aplicado de forma automática nem imediata nas farmácias.

Segundo estimativas do mercado e de entidades do setor, os medicamentos com maior concorrência poderão ter aumento de até 3,81%. Já os classificados no nível 2, com concorrência intermediária, devem registrar alta de até 2,47%.

Os remédios com menor concorrência, por sua vez, poderão ter reajuste máximo de 1,13%.

De acordo com a Lei nº 10.742, de 2003, medicamentos fitoterápicos, produtos isentos de prescrição com alta concorrência e itens homeopáticos não estão sujeitos à regra de reajuste anual.

A resolução da Cmed com os percentuais oficiais deve ser publicada até esta terça-feira, 31.

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