Segue repercutindo em Tanhaçu, no sudoeste da Bahia, a polêmica envolvendo a apresentação de novos integrantes da Guarda Municipal realizada pela prefeitura no último dia 4 de maio. O caso continua gerando debates nas redes sociais e levantando questionamentos sobre a legalidade das nomeações.
As críticas ganharam força após a circulação de vídeos e comentários apontando que os novos guardas teriam sido escolhidos por indicação, sem a realização de concurso público.
A situação colocou em discussão o cumprimento do artigo 37 da Constituição Federal, que estabelece a obrigatoriedade de concurso público para o preenchimento de cargos efetivos na administração pública.
Moradores e internautas seguem cobrando esclarecimentos da gestão municipal sobre os critérios utilizados para a formação da equipe apresentada durante o evento promovido pela prefeitura.
Especialistas destacam que o ingresso em funções permanentes do serviço público deve respeitar os princípios da legalidade, impessoalidade e igualdade de acesso aos cargos públicos.
Nos bastidores políticos do município, o assunto também continua repercutindo e já é considerado um dos temas mais comentados nas últimas semanas.
Até o momento, a Prefeitura de Tanhaçu não divulgou um posicionamento oficial detalhando a situação jurídica das nomeações ou esclarecendo se houve processo seletivo ou outro procedimento administrativo para composição da Guarda Municipal.
Caso sejam identificadas irregularidades, o município poderá ser alvo de questionamentos por parte do Ministério Público e de órgãos de fiscalização.




