A conquista da Copa do Mundo de 2026 consolidou a Espanha como a principal força do futebol mundial na atualidade. Sob o comando do técnico Luis de la Fuente, a seleção espanhola venceu a Argentina por 1 a 0 na grande final e levantou sua segunda taça mundial, coroando um ciclo de títulos e desempenho consistente.
Embora o placar tenha sido apertado, a superioridade da Espanha em campo foi evidente. A equipe teve 63% de posse de bola, criou 20 oportunidades de gol e permitiu apenas duas finalizações da Argentina, que só conseguiu levar perigo nos minutos finais da prorrogação.
Domínio do início ao fim
Fiel ao seu estilo de jogo, a Espanha controlou a partida por meio da posse de bola e da troca de passes. No primeiro tempo, porém, a equipe encontrou dificuldades para transformar o domínio em chances claras, abusando da circulação da bola e finalizando apenas três vezes.
Na etapa final, o cenário mudou. As entradas de Pedri e Ferran Torres, autor do gol do título, deram mais intensidade ao ataque espanhol. Nico Williams também teve papel decisivo ao dar a assistência para o gol que garantiu o bicampeonato.
Mesmo criando 15 finalizações no segundo tempo, a Espanha só não definiu a partida antes graças às grandes defesas do goleiro argentino Emiliano Martínez (Dibu Martínez).
A situação ficou ainda mais favorável aos espanhóis após a expulsão de Enzo Hernández, nos acréscimos, consolidando o amplo domínio da equipe comandada por De la Fuente.
Um ciclo histórico
Com o título mundial, Luis de la Fuente encerra um dos ciclos mais vitoriosos da história recente da seleção espanhola. Sob seu comando, a equipe conquistou:
- Liga das Nações (2023);
- Eurocopa (2024);
- Copa do Mundo (2026).
Além das conquistas, a Espanha alcançou a marca de 38 partidas consecutivas sem derrota, estabelecendo a maior invencibilidade entre as seleções nacionais na atualidade.
Geração promissora
Outro fator que anima os torcedores espanhóis é a juventude do elenco. Jogadores como Lamine Yamal (19 anos), Pedri (23), Pau Cubarsí (19), Nico Williams (24), Ferran Torres (26) e Pedro Porro (26) formam a base de uma equipe que ainda tem muitos anos pela frente.
Com um elenco talentoso, um modelo de jogo consolidado e o próximo Mundial sendo disputado em solo espanhol, a expectativa é de que a seleção inicie uma nova era de protagonismo internacional, com potencial para ampliar sua coleção de títulos nos próximos anos.




