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Motociclista morre após colisão entre motos na BA-148 em Livramento de Nossa Senhora

Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste da Bahia. A colisão ocorreu nas proximidades do portal de entrada da cidade, no bairro Piçarrão. De acordo com relatos de populares, uma motocicleta de alta cilindrada teria colidido na traseira de uma Honda Pop que trafegava pela rodovia. Com o forte impacto, o condutor da Pop foi arremessado ao chão e sofreu ferimentos graves. As duas vítimas foram socorridas por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) do município. Apesar dos esforços das equipes médicas, o motociclista que conduzia a Honda Pop, identificado como Tales Rhamon, não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade de saúde. Até o momento, não foram divulgadas informações atualizadas sobre o estado de saúde do outro motociclista envolvido no acidente. A colisão aconteceu por volta das 16h, e as circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

Reunião de Trump com líderes latino-americanos acontece sem convite ao presidente Lula

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve receber neste sábado (7), em Miami, diversos líderes da América Latina para o lançamento da cúpula chamada “Escudo das Américas”. A iniciativa tem como objetivo reforçar a cooperação em segurança e ampliar o combate ao narcotráfico no continente. O encontro ocorrerá sem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de outros chefes de Estado ligados à esquerda na região. Batizado de “Escudo das Américas”, o grupo faz parte de uma estratégia do governo republicano de aproximar países latino-americanos da área de influência dos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, reduzir a presença de potências como a China na região. Entre os líderes confirmados estão nomes alinhados à direita, como o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, e o presidente da Argentina, Javier Milei. De acordo com informações divulgadas pela Casa Branca, participam da reunião Javier Milei (Argentina), Rodrigo Paz (Bolívia), José Antonio Kast (Chile), Rodrigo Chaves (Costa Rica), Luis Rodolfo Corona (República Dominicana), Daniel Noboa (Equador), Nayib Bukele (El Salvador), Irfaan Ali (Guiana), Nasry “Tito” Asfura (Honduras), José Raúl Mulino (Panamá), Santiago Peña (Paraguai) e Kamla Persad-Bissessar, primeira-ministra de Trinidad e Tobago. Durante o encontro, a expectativa é que os líderes assinem a chamada “Carta de Doral”, documento que reafirma compromissos com a defesa da soberania hemisférica, o livre mercado e a cooperação entre os países no combate a organizações criminosas transnacionais. A cúpula acontece poucos dias após a conferência “Américas contra os Cartéis”, realizada na sede do Comando Sul dos Estados Unidos (Southcom), na Flórida. Na ocasião, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que Washington está preparado para agir de forma mais dura contra grupos classificados como narcoterroristas na América Latina — inclusive de maneira unilateral, se considerar necessário. “Os Estados Unidos estão preparados para enfrentar essas ameaças e agir sozinhos, se preciso. No entanto, nossa preferência é trabalhar em conjunto com nossos vizinhos e aliados”, declarou Hegseth durante o evento. O comandante do Southcom, almirante Francis Donovan, também destacou que os EUA priorizam a cooperação com os países da região, mas não descartam ações diretas quando julgarem necessário. Segundo autoridades americanas, desde setembro do ano passado os Estados Unidos já bombardearam 44 embarcações ligadas ao narcotráfico no Pacífico e no Caribe durante a operação chamada “Lança do Sul”, que teria resultado em pelo menos 150 mortes. A realização da cúpula também está alinhada à Estratégia de Segurança Nacional dos EUA para 2026, que prevê o fortalecimento de alianças com governos considerados ideologicamente próximos e a redução da influência de potências como China, Rússia e Irã na América Latina. O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva não foi convidado para o encontro em Miami, assim como outros líderes identificados com a esquerda na região, como Gustavo Petro, da Colômbia, e Claudia Sheinbaum, do México. Mesmo sem o convite para a cúpula, Trump afirmou recentemente manter uma boa relação com Lula. Em conversa com jornalistas na Casa Branca, no fim de fevereiro, o presidente americano disse que se dá “muito bem” com o líder brasileiro e que gostaria de recebê-lo em Washington, embora não tenha confirmado uma data para o encontro. Em fevereiro, Lula afirmou que esperava se reunir com Trump no dia 16 de março, mas a data ainda não foi confirmada oficialmente. O presidente brasileiro disse que pretende levar aos Estados Unidos uma comitiva técnica, com representantes da Polícia Federal e dos ministérios da Fazenda e da Justiça e Segurança Pública, para discutir cooperação no combate ao crime organizado.

Empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro marca cenário eleitoral de 2026, aponta Datafolha

Levantamento também mostra altos índices de rejeição entre os principais nomes cotados para a disputa presidencial. Uma pesquisa nacional divulgada neste sábado (7) pelo Instituto Datafolha revela um cenário de forte polarização na corrida presidencial de 2026. O levantamento mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) concentram os maiores índices de rejeição entre os possíveis candidatos ao Palácio do Planalto, ao mesmo tempo em que aparecem na liderança das simulações eleitorais. O estudo também aponta empate técnico entre os dois em um eventual segundo turno e indica o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), como alternativa competitiva caso Lula não dispute a reeleição. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios entre os dias 3 e 5 de março de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03715/2026. Polarização aparece também na rejeição De acordo com o Datafolha, os dois nomes que lideram os cenários eleitorais são também os que enfrentam maiores índices de rejeição entre os eleitores. Questionados sobre em quem não votariam de forma alguma no primeiro turno, os entrevistados responderam: O levantamento reforça a manutenção da polarização política que marca as eleições brasileiras desde 2018. Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em dezembro de 2025, a rejeição aos dois principais nomes cresceu: Lula tinha 44% e Flávio Bolsonaro registrava 38% naquele momento. Lula lidera no primeiro turno Nas simulações de primeiro turno, Lula aparece na frente em todos os cenários testados pelo instituto, embora com vantagem menor em relação aos adversários. No cenário considerado mais provável, os números são os seguintes: Ainda segundo a pesquisa, 11% dos entrevistados afirmaram rejeitar todos os candidatos apresentados, enquanto 3% disseram não saber em quem votar. Na intenção de voto espontânea — quando o entrevistado não recebe uma lista de candidatos — Lula aparece com 25%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 12%. O ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente inelegível, é citado por 3% dos entrevistados. Segundo turno aponta disputa acirrada O Datafolha também simulou cenários de segundo turno entre os principais nomes. Em um confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o resultado indica disputa apertada: Considerando a margem de erro da pesquisa, o resultado é classificado como empate técnico. O levantamento mostra ainda que a vantagem do presidente diminuiu em relação à pesquisa de dezembro de 2025, quando ele aparecia com cerca de 15 pontos percentuais à frente do senador. Haddad aparece como alternativa no PT A pesquisa também avaliou cenários com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como candidato à Presidência. No primeiro turno, Haddad registra 21% das intenções de voto, atrás de Flávio Bolsonaro, que aparece com 33% nesse cenário. Em um eventual segundo turno entre os dois, o resultado também indica equilíbrio: O levantamento aponta ainda que Haddad tem rejeição menor que Lula, com 27%, além de enfrentar um nível de desconhecimento um pouco maior entre os eleitores. Segundo o Datafolha, 86% afirmam conhecer Haddad, enquanto Lula é conhecido por praticamente 100% dos entrevistados. Nos bastidores do Partido dos Trabalhadores, Haddad é citado como possível alternativa caso Lula decida não disputar a eleição, embora o presidente já tenha declarado publicamente que pretende buscar a reeleição. Governadores têm menor rejeição Entre governadores citados como possíveis candidatos ao Planalto, os índices de rejeição são mais baixos. Os percentuais registrados foram: Apesar disso, esses nomes ainda aparecem distantes dos dois principais candidatos nas intenções de voto. Perfil do eleitorado O levantamento também mostra diferenças no perfil de apoio aos principais candidatos. Segundo o Datafolha: Entre os entrevistados com renda de até dois salários mínimos, Lula alcança 42% das intenções de voto. Já Flávio Bolsonaro registra 48% entre eleitores evangélicos, grupo que representa 28% da amostra da pesquisa. Fatores políticos e econômicos influenciam cenário O ambiente eleitoral também é impactado por fatores políticos e econômicos recentes. Entre os temas presentes no debate público estão o escândalo envolvendo o Banco Master, investigações relacionadas ao INSS, além do cenário econômico marcado por juros elevados e incertezas internacionais, como os efeitos da guerra no Oriente Médio. Embora o impacto direto desses fatores na eleição ainda não seja totalmente mensurável, analistas avaliam que questões relacionadas à economia e à percepção de corrupção tendem a influenciar o comportamento do eleitorado, especialmente entre setores da classe média. Com informações da Folha de S.Paulo.

Filarmônica e entidade beneficente recebem apoio financeiro da Prefeitura de Barra da Estiva

A Prefeitura de Barra da Estiva assinou, na tarde desta sexta-feira (6), convênios com duas entidades do município para o repasse de recursos destinados ao fortalecimento de atividades sociais e culturais. O primeiro acordo foi firmado com a Sociedade Espírita Beneficente Bezerra de Menezes, que passará a receber um repasse inicial de R$ 5.500 por mês. De acordo com o convênio, o valor poderá ser ampliado caso haja aumento nos recursos transferidos pelo Governo do Estado da Bahia. Conforme o termo, o total de repasses poderá chegar a até R$ 100 mil por ano, conforme autorização legislativa concedida pela Câmara Municipal. No entanto, o montante final dependerá do incremento de recursos estaduais e da disponibilidade orçamentária e financeira do município. A prefeitura também firmou convênio com a Associação Orquestra Filarmônica Lira 22 de Julho, que prevê o repasse mensal de R$ 10.800. Os recursos serão utilizados para a manutenção das atividades da entidade, incluindo o pagamento de bolsa-auxílio aos integrantes, manutenção e aquisição de instrumentos musicais e acessórios, além da compra de materiais e custeio de despesas operacionais, conforme estabelece a Lei Municipal nº 006/2025. Segundo a administração municipal, a iniciativa tem como objetivo incentivar a cultura local, preservar as tradições musicais e apoiar o trabalho desenvolvido pela filarmônica, reconhecendo sua relevância histórica, cultural e social para a comunidade de Barra da Estiva, na Chapada Diamantina. Mat.Chapadahoje

Defesa de Moraes sobre caso Vorcaro não convence ministros do STF

Integrantes da Corte avaliam que nota do magistrado não afastou suspeitas de contato com o banqueiro Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam que a nota divulgada pelo ministro Alexandre de Moraes, após a repercussão de supostas trocas de mensagens entre ele e o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, não foi suficiente para encerrar as suspeitas sobre uma possível relação entre os dois. De acordo com informações divulgadas pela CNN Brasil, alguns magistrados ouvidos sob condição de anonimato afirmaram que a manifestação pública de Moraes não conseguiu afastar completamente os questionamentos sobre um eventual contato entre eles no dia da prisão do empresário, ocorrida no fim de 2025. Ainda segundo a reportagem, um dos ministros teria comentado que “a emenda saiu pior que o soneto”, indicando que a tentativa de responder ao episódio sem apresentar explicações mais detalhadas pode acabar ampliando as dúvidas e afetar a credibilidade do magistrado. O que diz a nota Alexandre de Moraes divulgou uma nota nesta sexta-feira (6) negando que tenha mantido conversa com Daniel Vorcaro no dia em que o empresário foi preso. No comunicado, o ministro afirmou que uma análise técnica dos dados telemáticos do banqueiro descartou essa possibilidade. “Análise técnica realizada nos dados telemáticos de Daniel Vorcaro, tornados públicos pela CPMI do INSS, constatou que as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes nos arquivos apreendidos”, afirmou Moraes. Outro ponto citado na reportagem envolve um contrato firmado entre Viviane de Moraes, esposa do ministro, e o Banco Master. O acordo teria duração de três anos e valor estimado em R$ 129 milhões, mas acabou sendo encerrado após a liquidação da instituição financeira.

CIPRv/BRUMADO recupera veículo com *restrição de circulação.*

A ação ocorreu na manhã do dia (04/03) às *09hs05min*, *Quarta – Feira*, no Município de Vitória da Conquista – BA, pela equipe do *Posto do Pradoso,* com a apresentação do veículo ao DETRAN local. PMBA, uma Força a serviço do cidadão! FONTE: ASCOM CIPRv/Brumado

Deputado alerta Senado sobre suposta base chinesa em Salvador e risco à segurança

O parlamentar afirmou que a possível existência da instalação pode representar riscos à segurança Após a divulgação de um relatório do Congresso dos Estados Unidos que menciona a possibilidade de uma base militar chinesa operando em Salvador, o deputado estadual Diego Castro (PL-BA) foi a Brasília para protocolar um pedido solicitando que o Senado Federal acompanhe e monitore a suposta instalação ligada ao país asiático. De acordo com o parlamentar, é necessário que o Senado esclareça se existe participação estrangeira em estruturas desse tipo em território brasileiro e se houve autorização para qualquer operação dessa natureza. Castro afirmou ainda que o tema envolve questões de segurança nacional e, caso a existência da base seja confirmada, o assunto precisaria ser analisado pelo Congresso Nacional. Segundo ele, a instalação de uma base militar estrangeira no país dependeria de autorização do Legislativo. “Não estamos falando de qualquer coisa, mas de algo que pode colocar em risco a segurança nacional. Se isso for confirmado, é crime de responsabilidade do atual mandatário, neste caso, o petista Lula, porque para uma base militar operar em um território precisa da aprovação do Congresso. Se ele fez isso sem autorização do Congresso, usurpou as competências do Congresso Nacional”, declarou o deputado.

Bahia Notícias: Governo firma contrato de R$ 467 milhões para concluir trecho da Ferrovia Oeste-Leste na Bahia

As obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL II) receberam um novo avanço após a assinatura de um acordo nesta quarta-feira (4). A estatal Infra S.A. oficializou contrato com um consórcio ferroviário para a conclusão de um trecho de aproximadamente 36 quilômetros no interior da Bahia. O investimento previsto para finalizar o segmento é de cerca de R$ 467 milhões. O contrato prevê tanto a elaboração dos projetos detalhados — nas etapas básica e executiva — quanto a execução das obras remanescentes do chamado “Lote Único” (05FC). O trecho, com 35,75 km de extensão, inclui a implantação da via permanente e a construção de pátios de desvio, estruturas importantes para permitir manobras de trens e organizar o fluxo ferroviário. Com a formalização do contrato, o consórcio terá prazo de 47 meses — pouco menos de quatro anos — para concluir os trabalhos. A contagem do prazo terá início após a emissão da Ordem de Serviço. O valor exato do contrato é de R$ 467.970.011,11, seguindo as normas previstas na Lei das Estatais (Lei nº 13.303/2016). A conclusão desse trecho da FIOL II é considerada estratégica para o escoamento da produção baiana. Ao conectar o interior do estado aos portos, a ferrovia deve ampliar a capacidade de transporte de cargas em larga escala, reduzir custos logísticos e estimular a geração de empregos na região durante o período de obras. Relembre o andamento Em 2021, a Bahia Mineração (Bamin) venceu o leilão da subconcessão do trecho 1 da FIOL, que liga Ilhéus a Caetité e possui cerca de 537 quilômetros de extensão. A concessão transferiu à iniciativa privada a responsabilidade pela conclusão e operação do segmento. Já em 2023, o governo federal incluiu projetos ferroviários no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com investimentos voltados à infraestrutura de transporte na Bahia. Entre as iniciativas estava a continuidade da FIOL, especialmente o trecho 2, entre Caetité e Barreiras, considerado parte de um corredor logístico para o escoamento da produção agrícola e mineral do interior até o litoral. Em 2024, a Infra S.A. informou que as obras da FIOL 2 já alcançavam 65,8% de execução, com expectativa de superar 70% ao longo do ano. O avanço foi associado à ampliação de investimentos federais em corredores logísticos voltados ao agronegócio e ao transporte de cargas. No mesmo período, a construção do trecho 1 da ferrovia, entre Caetité e Ilhéus, foi suspensa após a desmobilização do contrato entre a Bamin e a construtora responsável pelas obras. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) indicou que os trabalhos em um dos lotes desse segmento deveriam ser retomados. O traçado da ferrovia atravessa diversos municípios do interior baiano, incluindo cidades do sudoeste do estado, e integra a estrutura logística planejada para conectar a linha ferroviária ao futuro Porto Sul, no litoral. Em 2025, o presidente da Infra S.A. informou que o trecho 2 da FIOL havia atingido cerca de 71% de execução. Paralelamente, o governo federal passou a discutir possíveis revisões no contrato da concessionária responsável pelo trecho 1, diante de atrasos e paralisações registradas nas obras.

Rui Costa reage a mensagens de Geraldo Júnior e defende retirada do vice da chapa governista na Bahia

Ministro da Casa Civil classificou episódio como “deslealdade” após vice-governador pedir que aliados viralizassem conteúdo crítico em grupo de WhatsApp Crise política na base governista Uma crise política nos bastidores da base governista da Bahia colocou frente a frente o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e o vice-governador do estado, Geraldo Júnior (MDB-BA). De acordo com informações divulgadas pela imprensa nacional, Rui tem defendido que Geraldo seja retirado da chapa que disputará o governo da Bahia nas eleições de outubro. A reação ocorre após o vice-governador encaminhar mensagens em um grupo de WhatsApp com críticas e pedidos para que aliados divulgassem ataques ao ministro. A interlocutores, Rui Costa teria classificado o episódio como um ato de “deslealdade” e sinalizado que não pretende apoiar a chapa caso Geraldo Júnior permaneça como candidato a vice do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Caso chegou à cúpula do PT O episódio chegou à direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), onde foi interpretado como uma possível quebra de confiança dentro do grupo político que governa o estado. Nos bastidores, o partido discute a formação de uma chapa considerada “puro-sangue”, reunindo nomes de peso do PT na disputa estadual. Entre os cotados estariam Rui Costa, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e o próprio governador Jerônimo Rodrigues. Mensagem em grupo político O estopim da crise teria sido uma mensagem enviada por Geraldo Júnior em um grupo de WhatsApp chamado “Personalidades”, que reúne políticos baianos. Na conversa, o vice-governador compartilhou um artigo crítico às ações de Rui Costa e pediu que os integrantes ajudassem a disseminar o conteúdo. O pedido foi direto: “manda viralizar”. O texto, atribuído ao perfil “Política e Bastidores”, descreve o ministro da Casa Civil como “um elefante em loja de cristais”, ao comentar supostas articulações políticas conduzidas por Rui. Artigo critica articulação política A publicação aponta que Rui Costa estaria conduzindo movimentos políticos com base em interesses próprios e reorganizando o cenário político da base aliada. O texto também cita articulações envolvendo o partido Avante. “Nos corredores, a leitura é direta: Rui atua como um elefante em loja de cristal, reorganizando o espaço à sua maneira, mesmo que provoque ruídos”, diz um trecho do artigo compartilhado no grupo. Vice-governador não comentou Procurado para comentar o caso, Geraldo Júnior não respondeu até o momento. O espaço segue aberto para eventual manifestação. Matéria do Portal Metrópoles

Após polêmica com Geraldo Jr., Rui Costa publica mensagem sobre “falsidade” e “infidelidade”

O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), publicou nesta quinta-feira (5) um provérbio bíblico com críticas relacionadas a “falsidade” e “infidelidade” em suas redes sociais. A mensagem chamou atenção por ter sido divulgada em meio a um episódio envolvendo o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB). No post, o ex-governador baiano citou o provérbio 11:3: “A integridade dos justos os guia, mas a falsidade dos infiéis os destrói”. Na legenda, Rui escreveu apenas que aquele seria o “provérbio do dia”. A publicação ocorreu logo após vir à tona um episódio envolvendo Geraldo Júnior em um grupo de WhatsApp. O vice-governador teria solicitado que interlocutores ajudassem a divulgar uma mensagem com críticas direcionadas a Rui Costa. Segundo relatos, o conteúdo acabou sendo encaminhado por engano no grupo. Na conversa, Geraldo aparece enviando uma publicação acompanhada da orientação: “manda viralizar”, junto com o link do texto. O material que deveria ser compartilhado atribui ao ministro influência direta sobre o partido Avante e afirma que movimentações políticas ligadas a Rui estariam gerando efeitos dentro da base governista. De acordo com o texto, alguns partidos aliados já discutiriam nos bastidores a possibilidade de firmar coligação apenas para a disputa ao governo estadual, deixando a vaga ao Senado sem alinhamento formal. Na prática, isso poderia reduzir o tempo de televisão dos candidatos ao Senado na chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT), enfraquecendo a exposição em uma eleição que depende fortemente de mídia e de um palanque unificado. Nos bastidores, interlocutores da base governista interpretaram a iniciativa de Geraldo Júnior como uma reação a uma suposta articulação de Rui Costa para indicar o Avante na composição da vice-governadoria. Caso a movimentação avance, o atual vice poderia perder espaço na chapa.