A contestação rebate detalhadamente as acusações, argumentando que as denúncias penais pendentes não são equivalentes à classificação de milícia privada ou grupo paramilitar. Além disso, aponta graves nulidades processuais que poderiam invalidar as provas provenientes da Operação El Patrón.
O pedido de impugnação foi protocolado pelo MPE no dia 7 de agosto, com base em denúncia do Ministério Público Federal (MPF) que acusa Binho Galinha de liderar uma milícia envolvida em crimes como agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro.
O processo está sob análise do desembargador Moacyr Pitta Lima Filho, que deve proferir decisão nesta quinta-feira (20).




