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Polícia Civil da Bahia Participa de Seminário para Fortalecer Ações na Fiscalização das Eleições 2026

A Polícia Civil da Bahia reforça seu compromisso com a segurança e a transparência do processo eleitoral de 2026 ao se preparar para atuar na polícia judiciária durante o pleito. Nesta quarta-feira (19), gestores, delegados, escrivães, investigadores, promotores de justiça do Ministério Público da Bahia (MPBA), representantes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e da Polícia Federal participaram de um encontro para alinhar e aperfeiçoar estratégias de atuação conjunta durante as eleições. O “Seminário Crimes Eleitorais e Atuação da Polícia Judiciária”, promovido pela Academia de Polícia Civil da Bahia (Acadepol) e realizado no auditório do MPBA, no CAB, em Salvador, reuniu policiais civis da capital e do interior, que acompanharam palestras e debates sobre o plano operacional da Polícia Civil para o pleito. O delegado Jackson Carvalho, diretor da Acadepol, detalhou as ações que serão implementadas pela corporação para coibir crimes eleitorais, garantindo a lisura do processo eleitoral e o respeito às normas vigentes. A colaboração entre as instituições visa ampliar a efetividade da fiscalização e o combate às irregularidades, fortalecendo a democracia e a confiança da população nas eleições.

Gastos com sistema penitenciário federal chegam a R$ 279 milhões em 2025

Dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) junto à Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) mostram que os gastos públicos com o Sistema Penitenciário Federal (SPF) cresceram nos últimos anos. Segundo as informações, as despesas totais passaram de R$ 191,9 milhões em 2021 para R$ 279,3 milhões em 2025. No ano passado, o custo médio anual por detento chegou a R$ 46.462,44, maior valor registrado na série histórica iniciada em 2020. O Sistema Penitenciário Federal é formado por cinco unidades de segurança máxima, localizadas em Brasília (DF), Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Mossoró (RN) e Porto Velho (RO). As unidades recebem presos considerados de alta periculosidade e adotam um modelo de custódia baseado na segregação e distribuição dos internos, com o objetivo de evitar a articulação de grupos criminosos dentro dos estabelecimentos. De acordo com os dados informados pela Senappen, o modelo adotado nas penitenciárias federais não registra homicídios ou rebeliões motivadas por conflitos entre facções. O levantamento permite acompanhar tanto a evolução dos investimentos públicos no sistema quanto as características do modelo federal de segurança máxima, utilizado para custodiar presos considerados estratégicos ou de elevado risco.